16jul/17

Cultura: O supérfluo essencial

Saí de uma Conferência de Cultura pensativa. Geralmente as pessoas acham cultura algo supérfluo que não impacta a vida de ninguém. Para mim que trabalho há 10 anos atuando fortemente na extensão universitária é algo vital para fomentar o desenvolvimento regional. Sou daquelas pessoas que acredita que todos os passos devem ser pensados estrategicamente de modo que um setor atinja os demais ao desenvolver-se.

Infelizmente percebo em minha região uma divisão de interesses gigantescos entre os setores. As pessoas não pensam em alimentar a galinha dos ovos de ouro, mas em matá-la e acabar de vez com as possibilidades a longo prazo. Assim não tem como desenvolver a região como um todo. Não existe verba para contentar gregos e troianos. É preciso definir como realizar a captação de recursos para algo que gere mais dinheiro para os demais.

Ando muito pensativa sobre o comportamento das pessoas que ando convivendo ultimamente. Confesso que fiquei entristecida por fazer parte de um Conselho Regional de Desenvolvimento que não enxerga o turismo como algo a ser considerado numa região belíssima, repleta de atrativos naturais e que poderia gerar emprego e renda para centenas de pessoas, bem como atrair visitantes de fora para fazer a economia girar. Turismo, Cultura, Educação e Empreendedorismo. Vou morrer defendendo esses eixos por ter a absoluta certeza de que desenvolvendo esses setores, conseguiremos respingar nos demais.

É preciso pessoas para comprar a carne, é preciso pessoas para adquirir produtos da agricultura familiar, é preciso pessoas para aquecer o mercado imobiliário e fazer a economia girar e somente através de um número considerável de pessoas é que conseguiremos barganhar por mais segurança local. Cidade que não aparece direito no mapa, não faz diferença na hora de tentar gritar mais alto. Mas infelizmente, jamais conseguiremos  destaque se continuarmos agindo separadamente com cada setor olhando para o seu umbigo.

Saí de uma conferência de cultura com vontade de gritar para o mundo, que devemos nos mobilizar para promover nossa região atraindo visitantes com manifestações culturais e desenvolver o turismo levando muito à sério o que parece ser um hobby. Muito dinheiro gira em torno de eventos, muitos prestadores de serviços podem crescer, muitas pessoas irão consumir os mais diferentes tipos de produtos e serviços na cidade e região. Enfim… Sem Cultura não há movimento. A cidade fica estagnada. Fedendo a naftalina.

Termino esse texto com uma foto de um momento muito especial em minha vida, cuja simplicidade o tornou ainda mais especial. Vivenciar o pôr-do-sol ao som do poema de Carlos Vilaró em Punta del Este, no Uruguai. Todas as pessoas que passam por ali tem a oportunidade de agradecer ao sol pelo dia que passou, sobre o mar de Punta Ballena. O final do poema se dá exatamente no momento em que o sol desaparece na água. Lembro-me de ficar totalmente arrepiada e encher os olhos d´água. Senti uma forte emoção que me faz lembrar até hoje com muito carinho daquele entardecer. Sempre que posso volto à Casa Pueblo para reviver momentos como aquele. Gasto gasolina, fico em hotel, experimento os mais diversos restaurantes no caminho. Pago a entrada, enfrento fila, consumo produtos e não me importo se está custando caro ou não. São experiências únicas que dão sentido à vida. E ao contar para vocês, despertarei o desejo em alguns que um dia viverão tal experiência.  Isso é cultura. Isso é saber fazer turismo. Não precisa de muito. Apenas de pessoas que realmente tenham conhecimento do tamanho da importância de se captar pessoas. Sem elas, não existe desenvolvimento.

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Meus trechos prediletos do poema Ceremonia del Sol de Carlos Páez Vilaró:

Hola Sol …! Otra vez sin anunciarte llegas a visitarnos. Otra vez en tu larga caminata desde el comienzo de la vida.

Hola Sol…! Cómo me gustaría haber compartido tu largo trayecto regalando luz, porque a tu paso acariciaste la vida de mil pueblos, compartiste sus alegrías y tristezas, conociste la guerra y la paz, impulsaste la oración y el trabajo, acompañaste la libertad e hiciste menos dura la oscuridad de los presidios.

Hola Sol…! Gracias por volver a animar mi vida de artista. Porque hiciste menos sola mi soledad. Es que me he acostumbrado a tu compañía y si no te tengo, te busco por donde quiera que estés.

Gracias Sol…! Por regalarnos esta ceremonia amarilla. Gracias por dejar mis paredes blancas impregnadas de tu fosforescencia.

Adiós Sol…! Mañana te espero otra vez.

16jul/17

Que minha loucura seja perdoada…

Não sou mulher de meio termo. Ou congela ou pega fogo.  Não sou de perder tempo com quem não me acrescenta e adoro perder a noção do tempo com quem verdadeiramente amo. Aliás, essa intensidade toda me faz amar além da conta. Não sei amar pela metade e não sei sufocar isso dentro de mim também. Sou mulher de atitudes fortes. Onde é preciso agir com coragem. Não sei ficar sem saber o que existe do outro lado daquela porta. Talvez seja um grande defeito. Mas o que eu sinto no peito é uma satisfação por saber que a cada fase da minha vida, eu fui a fundo. Posso afirmar que eu realmente vivi.

Não sei dizer quantas vezes fui tachada de louca varrida pelos mais variados tipos de pessoas. A cada crítica recebida, olhava para o interlocutor e pensava: Mas quem de nós dois é o louco? O que seria a loucura?

No dicionário está claro: loucura como um substantivo feminino que seria uma alteração mental caracterizada pelo afastamento mais ou menos prolongado do indivíduo de seus métodos habituais de pensar, sentir e agir. Pode ser caracterizado como um sentimento ou sensação que foge ao controle da razão. Ser louca então seria algo fantástico em meio a um grupo que segue pessoas críticas e infelizes num universo de faz-de-conta onde tudo é feio, nada pode e se resolver contrariar cairá na boca do povo para todo o sempre e serás considerada louca.

Querem saber? Ser louca para os olhos dos outros é quem se permite viver com liberdade de fazer escolhas e consegue com maestria conduzir a vida respeitando suas vontades e sabendo para onde vai. O que norteia tudo isso é a sensação de felicidade, quando não está bom, o louco muda a rota, “roda a baiana” e muda seu curso em direção a outro caminho completamente diferente, porque já sabe o que não lhe faz feliz. O louco se testa. Não tem medo de errar. Ou até tem medo, mas é tão louco que age apesar do medo. Tem coragem de fazer o que quiser, pois é um louco varrido. O louco se observa. Só que tem uma coisa, o louco consegue ser feliz.

24abr/17

Procrastinação é atestado de incompetência

Competência é o substantivo feminino com origem no termo em latim competere que significa uma aptidão para cumprir alguma tarefa ou função. Adiar o que deve ser feito é uma das piores incompetências que alguém pode apresentar para quem deseja obter os melhores resultados. Primeiro porque desgasta emocionalmente e não se consegue ficar relaxado sabendo que existem pendências importantes à serem concluídas, segundo porque quase sempre envolve consequências e elas podem ocasionar na baixa qualidade da produção por não ter usado o tempo com sabedoria.

Observe a experiência de elaborar um TCC (Trabalho de Conclusão de Curso), por exemplo, quando começamos com antecedência e nos dedicamos para lapidar aos poucos o conteúdo com bastante tempo junto ao orientador, o trabalho, com certeza, atingirá um nível de excelência. Mas infelizmente a grande maioria das pessoas reclamam durante meses que devem fazer o TCC e deixam para encarar o “monstro” perto do prazo se esgotar, o que compromete a qualidade do trabalho apresentado.

Imposto de renda é outro exemplo clássico. As pessoas sabem que não tem como escaparem dessa. No lugar de se livrarem logo de uma vez acabam procrastinando e deixando para o último dia. E eu pergunto: Por quê? Se tiver restituição para receber vai atrasar, vai ficar preocupado pensando na pendência e ainda por cima a hora que não tiver mais como fugir, corre o risco de fazer correndo e cair na malha fina. Se tem que ser feito de qualquer forma que seja o quanto antes.

Quando as consequências envolvem os resultados para si mesmo é uma questão particular de cada um, mas quando envolve outras pessoas que são prejudicadas com a falta de comprometimento do procrastinador é desanimador. É lamentável não poder contar com a responsabilidade que gostaríamos que as pessoas tivessem. Muitas delas nem percebem o quanto atrapalham a vida dos outros com sua falta de responsabilidade em cumprirem prazos.

Com o passar do tempo vamos selecionando as pessoas certas para obter relacionamentos de sucesso. Infelizmente no caminho inevitavelmente vamos nos deparar com grandes decepções. O profissional competente sabe exatamente o que consegue abraçar e se achar que não é possível realizar dentro do prazo estipulado não assume compromissos. Prefere abdicar do projeto do que não cumprir com sua palavra. Prazos envolvem um cronograma a ser seguido. Quando isso é alterado pela incompetência e irresponsabilidade de alguns é atestado de que com aquela pessoa não será mais possível realizar nenhum trabalho. Ao menos que você não se preocupe com excelência e qualidade e nem no quanto sua imagem pode ser afetada por isso.

27mar/17

A importância de conhecer a si mesmo

Não importa onde você está, mas onde você quer chegar. Quanto você investe em autoconhecimento para melhorar teus resultados? Quanto você dedica do teu dia para olhar para si e ver o que está funcionando e o que não funciona tão bem assim?

Se você não sabe para onde vai, qualquer caminho serve e perde-se muito tempo de vida quando trilhamos caminhos tortos que não levam a lugar algum. Quem caminha sem propósito, vive apenas por viver, não faz a menor ideia do motivo pelo qual acorda todos os dias de manhã, nem o que está buscando atingir, muito menos o que lhe faz realmente feliz.

Se as pessoas percebessem a importância de investir em autoconhecimento para aprimorar o seu SER, perceberiam que é daí que surgem as respostas para indicar o que FAZER e assim poder TER tudo aquilo que se quer.

Saber teus pontos fracos e eliminá-los, descobrir teus pontos fortes e potencializá-los. Usar a teu favor aquilo que tu tens de bom. De nada adianta buscar resposta olhando para o que funciona para os outros. É preciso olhar para si para descobrir o que realmente te realiza e que pode te levar muito mais além.

Por Renata Miranda

24mar/17

A hora certa de sair de cena

Para a grande maioria dos homens, há mais amor-próprio do que amor, para a grande maioria das mulheres, o contrário: há mais amor do que amor-próprio.

Ninguém é obrigado a amar ninguém na mesma sintonia. Ninguém é obrigado a sentir as mesmas sensações e valorizar momentos com a mesma intensidade. As pessoas são diferentes. Simples assim. O que não pode é alguém alimentar algo que não condiz com o que se pode oferecer. Isso é falta de caráter. Sem firmeza e coerência nas atitudes. O amor pode ser algo bem simples que envolve uma necessidade de estar perto, de querer bem, de respeitar, de querer sentir o gosto, o cheiro, a pele. Querer ter alguém de estepe para os momentos de tédio não é amor, é querer apenas divertir-se com a cara de alguém satisfazendo desejos mundanos. Covardia. Despertar o amor de uma mulher sem intenção de amá-la como diria Augusto Branco que erroneamente perdeu sua autoria da frase para Bob Marley.

Então por que nos ligarmos a alguém que não condiz com nossas expectativas? Por que nos deixamos levar por uma ilusão besta dentro de uma fantasia de que existe amor no recinto? Um amor de mão única? Amor que só uma pessoa sente dentro de uma relação formada por duas pessoas? Por que somos tão bobas a ponto de valorizar o que não vale um tostão furado? Cito Clarice Lispector, “Tenho meus limites. O primeiro deles é meu amor-próprio.”

Tem momentos na vida que é preciso parar, puxar o freio de mão, retirar o filtro cor-de-rosa da frente dos olhos e olhar para o cenário que se apresenta. Decidir que quem manda nessa porra é você e dizer para si mesma: “No momento, eu só posso sentir por mim. Meu amor-próprio é tão grande que não cabe você”. Frase de Caio Fernando Abreu que se encaixa perfeitamente no contexto. Sendo assim, que saibamos identificar o momento exato de sair de cena, deixando ir embora o que não tem valor algum.

 

Por Renata Miranda

23mar/17

Neutralizando o crítico interno

Dentro de cada um de nós existe uma voz extremamente crítica e desanimadora. Uma voz que perturba muitas vezes a ponto de nos fazer engavetar nossos mais dourados sonhos. Podemos inclusive dar nome para esse “Senhor Crítico” que aparece do nada para nos colocar medo e nos fazer questionar nossa capacidade diante dos desafios. Para completar instala uma emoção negativa toda vez que surge.

É como se alguém falasse ao seu ouvido: Não vai dar certo! Você não vai conseguir! É muito difícil! Você acaba acreditando e desistindo antes mesmo de tentar. Agora pare e pense comigo, se o não você já tem, qual o problema de tentar um sim?

Daí vem a importância de saber meditar, pode ser apenas um minuto por dia. Parar, respirar, ficar presente no presente e limpar a mente dos pensamentos. Meditar não é refletir sobre a vida, pelo contrário, é cessar os pensamentos para interromper o fluxo de emoções negativas que nos perturbam. É colocar o foco nas reações do corpo, ficar consciente do estado de ânimo que nos encontramos, vigiar a mente. Quando conseguimos interromper os pensamentos desligamos o botão que gera emoções oriundas desses pensamentos e assim colocamos a mente a frente do coração.

Não é o que nos acontece, mas como percebemos e agimos com o que nos acontece. Podemos ficar entristecidos e remoendo uma mágoa durante dias se nos deixarmos levar somente pelo lado emocional, mas também podemos encarar a situação de uma forma diferente e decidir desligar o botão da emoção dando por encerrada uma questão sem solução.

É como se viajássemos de férias para um lugar maravilhoso onde nada mais importa e tudo fica insignificante. Mudamos o foco e a mente fica aberta para as coisas boas. Assim é nosso cérebro. Nós é que comandamos isso. Podemos escolher os passos a serem dados. Podemos decidir se vamos escutar constantemente o crítico interno consumindo nossa paz ou nocauteá-lo a cada tentativa de nos desanimar. Eu particularmente já imagino luvas de boxe na bolsa para mentalmente socar a cara do Senhor Crítico cada vez que ele ousar me desafiar. E você? Qual ferramenta vai usar?

Por Renata Miranda

17mar/17

De que lado você está?

Sempre que uma mulher compete com outra, ela se rebaixa. Comparação é atestado de incompetência e insegurança. Quem precisa denegrir a imagem de outra pessoa para sentir-se melhor é porque se sente muito abaixo daquela pessoa por algum motivo.

Seja exigente consigo mesma. Não aceite atitudes mesquinhas abaixo da linha da mediocridade. Concentre-se no seu umbigo e nas suas qualidades na hora de desenvolver-se. Mas lembre-se que seu umbigo só é importante para você. O resto do mundo não gira ao redor dele e caso você morra de uma hora para outra a vida de todas as pessoas seguirá seu curso sem nenhuma alteração.

Identifique quem não agrega e simplesmente livre-se delas. A vida é muito mais interessante do que se imagina quando escolhemos as pessoas certas para nos relacionar. Pessoas que nos estimulam. Que nos melhoram. Que nos trazem sentimentos de amor, alegria e gratidão.

Estaremos sempre cercadas por pessoas do bem e pessoas do mal, cuja energia é perceptível aos olhos de quem sabe observar.

Então pare e observe. Não permita que mentes invejosas atrapalhem o teu caminho. Quem coloca foco e energia em si mesma, não tem tempo para olhar a grama do vizinho. Mais do que isso, faz questão que a grama de todos esteja verde e é até capaz de ajudar a plantar flores para que o todo fique muito mais bonito.

De que lado você está? Que resultados a tua vida apresenta? Que alimento você oferece para o seu cérebro? Que conversas você promove? O que você deixa de bom para as pessoas quando elas terminam de conversar com você? Como você será lembrada pelas pessoas que passaram pelo teu caminho? Pense nisso e escolha o lado que quer ficar.

 

 

 

06mar/17

O poder da Transmutação

A mente é capaz de transmutar energias negativas e maléficas em positividade. Muito do que nos acontece tem 10% de relevância, o resto é apenas a maneira como decidimos que tal situação irá nos impactar.

A conexão mental com algo que nos fortaleça é de fundamental importância para adotar comportamentos que conduzam nossa vida para melhores resultados. Você cria a sua realidade. E ela pode ser boa ou ruim. Por isso é tão importante fazer a mentalização da transmutação. Para dissolver a negatividade do ambiente limpando a alma de quem a faz como se um scanner de luz roxa estivesse passando pelo corpo promovendo a modificação.

Somos energia pura. Somos mente e corpo capazes de ativar os mais potentes fluxos energéticos. O mundo em que vivemos é feito de átomos. Os átomos são feitos de coisas ainda menores chamadas quarks e elétrons. Ainda não sabemos se os quarks são feitos de coisas ainda menores, mas no estudo da física quântica a energia liberada pela mente é extremamente potente capaz de gerar ondas eletromagnéticas que se conectam com outras ondas que circulam na mesma faixa vibratória.

Quando aprendemos a utilizar isso, criamos um poderoso escudo de proteção mental que proporciona força para enfrentar qualquer obstáculo.

Entendeu? Não? Nem eu. Entendidos entenderão. Senão é até melhor deixar para lá. Sim. Sou dessas. Nem tô. Me julguem. Podem me colocar na listinha de doida varrida se quiserem. Mas não digam que eu não avisei.

 

 

 

 

03mar/17

Tire um tempo para ouvir seu coração

 

Na correria do dia-a-dia não conseguimos parar para prestar atenção no que realmente deve receber a nossa atenção. Nosso dia é tão curto. Nossos sonhos tão grandes. Mas nossa determinação em realizar tudo aquilo que queremos depende do quanto conseguimos escutar o silêncio da nossa mente. É preciso eliminar os ruídos. As distrações. Os desvios.

Para conseguir fazer isso é porque chegamos num limite onde tudo a nossa volta parece estar saturado. Chegamos num ponto onde não queremos mais fazer parte de um grupo que não sabe para onde vai.  As pessoas superficiais demais. As conversas sem sentido. Não existe um motivo específico que as levem a fazer o que fazem todos os dias. É como se estivessem no piloto automático vivendo suas vidas como se isso fosse algo banal e sem propósito. Sem nenhuma necessidade de evolução. Sem nenhuma necessidade de fazer algo por alguém. Algo vazio. Sem uma boa história para contar. Daquelas que se conta para os netos,  onde somos o grande protagonista que será lembrado com carinho e respeito.

Do lado da reflexão, ficam as pessoas consideradas loucas por acreditarem em suas próprias verdades. Pensarem com suas próprias cabeças, criando novos caminhos, muitas vezes ousados, abrindo trincheiras para que outras pessoas possam experimentar os efeitos do conhecimento. Seja ele qual for.

É difícil viver num mundo com comportamento de manada e não querer seguir o que todo mundo faz. Viver uma vida por tua escolha e não por pressão social ou atendendo as necessidades e expectativas de outras pessoas. É difícil andar na contramão do mundo. Mas é muito mais difícil viver uma vida sem propósito onde não sabemos e nem fazemos questão de saber do porquê de estar aqui.

 

Por Renata Miranda